quando há alguém que muda a nossa maneira de ver a vida e tudo o que nos rodeia pensamos que foi o mundo que mudou. não foi o mundo, somos apenas nós a enxergar melhor. deixámos de analisar tudo sempre tanto e a vida entrou-nos como um cisco que o vento empurra para o nosso olho, sem querer. tudo começa de novo, sem intervalo para descanso. não é preciso descansar quando já sabemos em que sentido queremos caminhar. continuamos a ser sempre nós, como somos, mas menos desconfiados. e menos suspeitos. tão receosos quanto antes mas sem medo de dizê-lo. e ao dizê-lo, sem que isso nos paralize ou fixe num pensamento menos positivo. porque os há sempre, mais ainda quando tudo é tão claro e óbvio e quase imaterial. mas é um medo diferente dos outros. é como esperar horas a fio num aeroporto quando estamos em trânsito. uma longa espera que termina numa porta de embarque para um destino tão desejado.
quando será que termina a longa espera?
é bonita a tua alegoria.
mas os medos estão lá e essa porta de embarque assusta-me quando penso na possibilidade do erro, da ilusão.
mas, se é aí que estás, é porque algo forte te levou até aí e porque tiveste a coragem de arriscar.
e se já diziam as avós e as que vinham antes e antes delas, é porque tinham razão: quem não arrisca… 😉
um beijinho*
Voar nas asas da imaginação ao até prazer sem limites.
A espera incansável da felicidade, as borboletas na barriga quando se chega ao destino, o nervoso miudinho como se fossemos crianças envergonhadas no primeiro dia de escola.
Não há partidas e chegadas, apenas percorremos caminhos, fazemos corta-mato para chegar ao tão esperado destino.
R.
a espera é uma caminhada que nunca termina, e ainda bem – alguém dizia que é o caminho que interessa, e não o destino:)ter por que esperar empurra-nos para a frente:) o erro é um medo real, mas faz parte da natureza humana – devemos pensar que errar é estar cada vez mais perto dessa porta, seja ela qual for, depois de uma, duas, três e quantas mais portas tivermos de entrar para alcançar o que desejamos. quanto à ilusão… só existe porque ousámos sonhar mais alto:)e se já chegámos até aí… porque não ARRISCAR? a vida é tão curta!!… Arrisca, escuta o teu coração:)
Minha querida, obrigada pelos “respiros fundos” que me deixaste…
Mtos beijinhos para ti e um óptimo fim-de-semana!
Até 3ª 🙂
Formiguinhas, formiguinhas, no vosso mundo tão pequenino, tão atarefadas, tão cegas. Mas sempre muito diligentes e activas. Que bem! Sois tão bonitas, daqui de cima, na vossa inocência enternecedora. Que pena que ninguém vai dar pela vossa falta; jus feito na ignorância da ausência à ignorante existência. Olha, afoguei uma no perdigoto da pérfida gargalhada. Infame, na soberba e no desprezo!
Que palavras tão escolhidas para ser tão desagradável… fazes o favor de escolher outro sitio para despejar as tuas frustaçõeszinhas? Não és desejada aqui!
Obrigada.