último dia na cidade de Deus. do Pão de Açucar, da garota de Ipanema. do passeio pela Lagoa, da baía de Guanabara, do salmão fois-grás no Sushi Leblon, do café-da-manhã sem hora na Escola do Pão. do Parque Lage, da ‘azaração’ do Zero Zero, do charuto cubano no ESCH, do Zucca, do Guimas no baixo Gávea e dos lápis da Faber-Castel para desenhar nas toalhas de papel. do Jobi e do Bracarense, viva os tugas. dos morros e das favelas, da Ritz Leblon, do BB Lanche. da água de côco, abençoada. da fruta do conde, do pão de queijo, do pastel de carne e do croissant de queijo de minas. das Havaianas e dos biquinis Salinas. dos escapulários que nos protegem em todas as frentes. do calçadão típico português e dos maravilhosos apartamentos onde se adivinham os artistas de novela. da orla de areia que vai do Leblon até Copacabana, do Walter do barraco e do Ricardão que corre na praia de sunga e corpo suado. das lanchonetes e resturantes em cada esquina, abertos para a rua como se a vida, simplesmente, ‘rolasse’. dos amigos que não conhecem distância. das gargalhadas ‘facinho, facinho’. de “enchê a láta i beijá ná boca”. poderia ser senão inesquecível? a única coisa que desapontou foi o tempo: em dez dias apenas dois de sol e praia, uma manhã encoberta e o resto, chuva copiosa, traiçoeira, sem aquele bafo quente de clima tropical. dizem que tudo tem um senão, este foi o senão. mas o Rio fica cá, à minha espera como se já fosse, também, um pouco meu.
Dizem que Deus é Brasileiro, eu concordo e vou mais além, Deus além de Brasileiro é Carioca! (agora a cidade não é de Deus é de todos!)
obrigada, tb lá tenho um bocadito! mas o meu Deus é bem tuga!!!