
mais 18 horas de comboio e de novo na cidade capital, a casa de partida e também a de regresso a Portugal. últimos naan, tuk-tuk, fotografias, chai, rupias, Bollywood, saris, templos, fortes, comboios, pés descalços, água engarrafada, namasté, lassies, buzinas, banhos sem banheira, pó, calor-em-bica. despedidas sem apego mas que perdurarão pela partilha. estes dias foram mesmo a grande e surpreendente aventura que o nome da viagem prometia quando decidi vir à Índia e que vivi a cada cidade, a cada pessoa, a cada momento, sempre Aqui. tempo para um terraço com vista para o frenesim indiano e um último suspiro: nunca pode haver fim para uma viagem destas; muda-nos, cresce-nos, fica-nos como uma segunda pele.




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