Dia 10: Jaisalmer

ruas de Jaisalmer, fora da muralha

o dia começou de madrugada e com mais uma viagem de comboio, o meio de transporte de eleição na Índia. já nos acostumámos às camas desconfortáveis e sujas, aos pés descalços do vizinho e aos vendedores que passam de lá para cá a gritar chai-chai no corredor estreito das carruagens. o calor seco e árido começa a fazer se sentir ainda antes de chegarmos a Jaisalmer, uma cidade tranquila e com boa energia. depois de um bom almoço de galinha indiana vamos descansar para o hotel: estão 42 graus e é impossível pensar noutra coisa. saímos às 17 para um primeiro reconhecimento dentro do forte, recortado por arcos rendilhados a lembrar palácios e lendas, onde encontramos artesãos de tapetes e mantas exóticas, estatuetas e peças antigas. paramos num terraço lá no alto, uma vez mais, com uma vista que nos silencia em contemplação, com um olá-e-adeus do sol que, tímido, se vem despedir.

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