All posts filed under “boneca de trapos

Textos originalmente publicados no blog Boneca de trapos, entre Outubro de 2005 e Março de 2007.

‘nunquiz’!

as coisas que pensamos enquanto estamos na casa de banho, sentados na sanita. talvez por ser seguro. é um lugar onde nem às paredes se confessa porque seria demasiado embaraçoso. foda-se! não há papel. ó Mãeeeeeeeeeeeeeeeeee! foda-se! já não moro com a minha Mãe. para… Read more

voar sem asas

quando há alguém que muda a nossa maneira de ver a vida e tudo o que nos rodeia pensamos que foi o mundo que mudou. não foi o mundo, somos apenas nós a enxergar melhor. deixámos de analisar tudo sempre tanto e a vida entrou-nos… Read more

1st visit

we did it all – went walking by the river, the old streets of Alfama, Bairro Alto, took pictures with Fernando Pessoa and even saw the view from Castelo de São Jorge. Always holding hands, carrying dreams in our shoulders, as light as feathers. no… Read more

Vivemos o sonho e não temos medo. Levamos o passo nervoso nas pernas bambas. Na ponta dos dedos sentimos um formigueiro como se de milhares de bichos se tratassem. Os dias escorrem pelo horizonte que é enorme agora. Só os Deuses sabem viver os sonhos.… Read more

tudo é sobre ‘nós’

diz-se que a felicidade é feita de pequenas infelicidades. estão lá no meio, para distrair a felicidade do comodismo, da isenção. suponho que entre essas pequenas infelicidades possamos contar também os desaires daqueles que nos amaram em tempos diferentes. ou que não nos amaram ao… Read more

the original

is in fact what we see that makes us believe. shadows and strange lines that feel so familiar. it was her in a girl’s pencil and me in your imagination. like a rainbow that crosses all the frontiers and comes straight to the heart.

by Kate

ser, estar. através de um desenho ou por palavras nossas que lembram de outros. já não sei escrever. a serenidade da alma cala-me, denuncia-me o silêncio. sorrio, por entre dedos.

tourné

sinto-me como se estivesse em cima de um palco. daqueles compridos e estreitos, com um pano de veludo vermelho ao fundo, a separar-nos da realidade. desta vez a realidade lá atrás não me assusta e acho até que vai ajudar-me a fazer um espectáculo memorável.… Read more